domingo, 5 de janeiro de 2020

Sintamos

Via Google 
Nesses últimos dias recebi alguns “recados” em sincronicidades, sobre alguns eventos que vem acontecendo em minha vida pessoal. E apenas fui recolhendo os recados, sem pensar muito sobre o assunto ou querer juntar as peças, apenas fui recebendo conforme o “universo, a vida”, foi me enviando. Bem, o que posso dizer sobre o que, parcialmente, concluo disso? É exatamente, aquilo que todos nós já sabemos, de uma forma ou de outra, mas vale, mais uma vez dizer aqui. 

O nosso “coração” a voz da alma que somos, é sábia; temos essa sabedoria interior sim, e esta, nos fala, nos mostra, nos indica, nos coloca frente a determinadas situações ou experiências que deixa nítido o que, muitas vezes, é dúvida dentro de nós, pontos ainda imaturos, aspectos ainda poucos ampliados, explorados ou elaborados ou ainda imaturos. Ou seja, “nós” temos as respostas, está aí, dentro de cada um de nós, e trazemos essas respostas quando nos colocamos disponíveis a ouvir sem as ideias já preconcebidas e indiscriminadas da mente “comum e egoica”. E, a partir dessa escuta íntima, é que esta condição humana, mental e egoica, vai também se ampliando e sentimos isso, perfeitamente, diante da compreensão dos fatos (quando o quebra-cabeças junta as suas peças, naturalmente); aflora, desperta, “eureca”, insigths, enfim. Não quero me prender a nomes e rótulos, sinta aí porque é assim (risos). 

E aqui, só queria deixar esse recado, mais uma vez (risos); quanto mais nos fechamos à nós mesmos em determinadas ideias, nos limitamos, na verdade e diante dessa limitação, não nos possibilitamos a ampliação e o reconhecimento desse “Universo” em sabedoria que é, em todos nós. Há muitos enganos ainda em nós, nos norteamos demais pelo aparente e externo e nisso, acabamos cegos. Enfim, vou parar por aqui, pois, há certas experiências que são únicas mesmo e é preciso viver para saber, é preciso experienciar, sem dúvida. Mas antes, gostaria de encerrar dizendo sobre nossas experiências, quanto de respeito devemos a elas (qualquer experiência entendida boa ou ruim), pois, elas não vêm, apenas, com esta casca que enxergamos fora, ela vem com todo o resto em sabedoria. Porém, precisamos dos olhos da alma para ver. Que possamos sentir isso, ver isso e nos permitir a nós, muito mais do que pensamos, neste agora, ser. E lembremos, o pouco, às vezes é imenso; o simples, às vezes, o mais complexo. Nos permitamos sentir! 
(Kátia de Souza)
05-01-2019